Saiba para onde vai o seu dinheiro.
Lançamentos, orçamentos, metas e relatórios num app só. Use sozinho — ou a dois, com uma conta para cada um.
Nos outros apps, “compartilhar” é entregar a sua senha.
Os dois maiores gerenciadores financeiros do Brasil não têm conta para duas pessoas. A central de ajuda de um deles diz, com todas as letras, que não é possível adicionar membros com permissão — o jeito de usar a dois é passar o login e a senha adiante.
Uma conta, duas pessoas dentro dela
Ninguém sabe quem lançou o quê. Trocar a senha derruba o outro. E o histórico é de uma pessoa só, mesmo que a vida seja de duas.
Duas contas de verdade, um espaço em comum
Cada um entra com o que é seu, escolhe o próprio tema e a própria personalidade do assistente. Os números são os mesmos para os dois, e cada lançamento guarda quem pagou.
O trabalho chato é dele.
Lançar à mão é o que faz as pessoas desistirem de app de finanças. A maior parte do que está aqui existe para você lançar menos.
A fatura, conferida
Manda o PDF, o CSV ou a foto da fatura do cartão. Ele compara com o que você já lançou e aponta o que faltou e o que entrou em dobro.
ProFoto da notinha
Fotografe o recibo e o lançamento vem pronto: valor, data, estabelecimento e categoria. Você só confere e salva.
ProUm assistente que age
Pergunte “quanto gastei com mercado?” ou peça para lançar de uma vez. Ele responde sobre os seus números — e pergunta antes de gravar qualquer coisa.
ProA disputa do mês
Quando a outra pessoa entrar, todo mês o app abre uma disputa amigável de quem investiu melhor — com pódio e prêmio combinado por vocês.
Metas e orçamentos
Um teto por categoria e objetivos com prazo — a viagem, a reserva, a entrada do apartamento. O progresso se atualiza sozinho.
Relatórios que saem do app
Visão do ano, comparativo entre meses e exportação em PDF, Excel ou CSV — para levar ao contador ou guardar.
ProEscolha quem vai te cobrar.
São cinco, e cada pessoa do espaço escolhe o seu — no chat e no painel. Muda o tom, o jeito de explicar e a cara de quem aparece quando o mês fecha no azul.
Um preço, sozinho ou a dois.
Não cobramos por pessoa. Se a outra pessoa entrar depois, a assinatura cobre as duas — e o plano grátis não expira. No anual, três meses saem de graça.
- Lançamentos sem cobrança por pessoa
- Categorias, contas e formas de pagamento
- Orçamentos e metas
- Dashboard e relatórios na tela
- A disputa de investimentos, um contra o outro
- Tudo do Grátis
- Assistente de IA, sem contar mensagem
- Escanear notinha por foto
- Importar e conferir a fatura
- Exportar em PDF, Excel e CSV
As dúvidas que a gente ouve.
“Ele conecta na minha conta do banco?”
Não. E isso é escolha, não falta.
Conectar significaria pedir acesso à sua conta bancária e guardar essa ponte. Preferimos não ter esse acesso e não ser mais um lugar de onde os seus dados podem vazar. Em troca, o app faz o trabalho chato por outros caminhos — a foto da notinha e a importação da fatura.
“Vou ter que digitar tudo na mão?”
Menos do que parece. Fotografe a notinha e o lançamento vem pronto. No fim do mês, mande o PDF ou a foto da fatura do cartão: ele confere contra o que você já lançou e mostra o que faltou — em vez de você reconferir linha por linha.
“Precisa ser um casal?”
Não. Precisa ser duas pessoas que dividem contas — e isso é mais gente do que parece: mãe e filha, dois irmãos, quem divide apartamento, dois sócios de uma loja pequena. O app não pergunta o que vocês são um do outro; pergunta quem pagou.
E sozinho também funciona, do primeiro dia ao último. A segunda pessoa entra quando existir.
“E se a outra pessoa não usar?”
Funciona sozinho enquanto for preciso. O convite é um link, vale por sete dias e a pessoa cria a conta dela em um minuto — sem aplicativo para instalar antes, sem cartão. Quando ela entrar, o histórico que você já lançou continua lá.
“Já uso uma planilha. Por que trocar?”
Se a planilha está funcionando, não troque. O que o app faz que ela não faz: abre no celular na fila do mercado, confere a fatura sozinho, e não quebra quando alguém arrasta uma célula.
“Meus dados ficam onde?”
No Brasil. Os seus lançamentos, o aplicativo e os seus anexos ficam todos em servidores brasileiros. Só duas coisas saem daqui, e vale dizer sem arredondar: o processamento da inteligência artificial, quando você aciona, e o envio dos e-mails da conta. A política de privacidade explica o motivo e as proteções.
Não pedimos a senha do seu banco.
O Sccela não se conecta à sua conta bancária e não tem acesso ao seu dinheiro. Você lança, fotografa a notinha ou importa a fatura — e é só isso que ele vê. Menos automático que abrir o banco para um terceiro, e essa é exatamente a ideia.
E o que você lança fica no Brasil. O banco de dados, o aplicativo e os seus anexos rodam em servidores brasileiros. Saem do país só a inteligência artificial, quando você aciona, e o envio dos e-mails da conta — as duas coisas estão escritas, com o motivo, na política de privacidade.
Quem paga a Sccela é quem usa a Sccela.
Não há investidor para agradar nem meta de crescimento que precise ser paga com o seu dado — e isso muda o que a gente pode fazer com ele. É um produto brasileiro, feito para uma coisa só: o dinheiro de duas pessoas, com uma conta para cada uma.
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Cada pessoa é uma pessoa.
Duas contas de verdade, com senha, tema e assistente próprios, e cada lançamento guardando quem pagou.
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Um preço cobre as duas pessoas.
Sozinho ou a dois, a assinatura é uma só. E o plano grátis é um plano, não um teste que termina: não expira e não pede cartão.
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O que o assistente responde é conferível.
Todo número que ele escreve vem de uma consulta feita na hora aos seus lançamentos. Quando não encontra, ele diz que não encontrou — em vez de completar a frase com um valor plausível.
Transparência
O que costuma ficar em letra miúda, escrito por extenso.
- Os seus dados não são o produto
- Nada de publicidade, de perfilamento para vender a terceiros, nem de rastreador de terceiro na sua sessão. E o que passa pela IA não treina modelo nenhum.
- Você leva os seus dados embora
- Dá para baixar num arquivo só tudo o que existe no seu espaço, e excluir a conta pelo próprio app. Sair não exige mandar e-mail nem esperar resposta de ninguém.
- Quem responde por tudo isso
- A empresa que opera a Sccela está identificada, com CNPJ e endereço, nos Termos de Uso e na Política de Privacidade. É lá que o compromisso é jurídico, e não só editorial.
Comece hoje. Chame depois.
Crie a sua conta em dois minutos e comece a lançar. Quando quiser, um link traz a outra pessoa para o mesmo espaço.